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Alexandre de Moraes, mesmo que de forma simbólica, decretou o fim do Congresso que passou a ser uma peça decorativa na república

O Congresso acertou em derrubar o decreto do governo que autorizava o aumento, mas, como estão enfraquecidos o governo acionou seu sócio nesse projeto autoritário; o STF

17/07/2025 às 09h46 Atualizada em 17/07/2025 às 09h50
Por: Redação
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Alexandre de Moraes, mesmo que de forma simbólica, decretou o fim do Congresso que passou a ser uma peça decorativa na república

Alexandre de Moraes, mesmo de forma simbólica, fechou o Congresso Nacional, que passou a ser uma peça figurativa na república brasileira. Temos atualmente dois poderes. A tríade que nossa democracia não existe mais. A democracia está falindo e estamos prestes a presenciar um novo regime, um protótipo de ditadura que está sendo testado e que não irá durar muito tempo para ser aplicado nas veias da democracia, que terá sua total falência. 

A regra é clara, como diria um comentarista esportivo, o IOF serve para fins regulatórios e não arrecadatório. O Congresso acertou em derrubar o decreto do governo que autorizava o aumento, mas, como estão enfraquecidos e, repito, é somente uma peça figurativa, o governo acionou seu sócio nesse projeto autoritário; o STF, que, por meio de Alexandre de Moraes, permitiu o aumento para fins arrecadatórios. 

O Congresso está pagando o preço do silêncio que perpetuou por muitos anos. Fechados em suas bolhas, o presidente da Câmara e do Senado fecharam os olhos para os desmandos do STF e hoje são desmoralizados, e as casas as quais representam, do mesmo modo, foram punidas moralmente por exercer seu papel corretamente, por respeitar a regra fiscal. O Congresso não existe mais, ao menos não moralmente ou como figura importante na República. 

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