
O afastamento do governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, determinado pelo STJ — Superior Tribunal de Justiça — é mais um capítulo na luta incessante de políticos pela instabilidade política, jurídica e econômica do Estado. O afastamento foi determinado nesta quarta-feira, 3, por decorrência da Operação Fames-19, deflagrada pela Polícia Federal (PF), que apura um suposto esquema de desvio de recursos públicos destinados ao enfrentamento da pandemia de Covid-19. A investigação corre em segredo de justiça.
Com uma aprovação que ultrapassa os 80%, Wanderlei Barbosa foi o responsável pela estabilidade econômica do estado com um plano econômico austero, que tirou o Tocantins da recessão de anos e encaminhou para um desenvolvimento jamais visto. Antes de Vanderlei o Tocantins estava na letra D do STN — Secretaria do Tesouro Nacional — impossibilitado de contrair empréstimos, era visto como um estado velhaco, sem crédito algum. Após sua ascensão ao governo, o estado pulou para a letra B, voltou a ser um estado que apresenta confiança financeira e pôde contrair empréstimos para investir em áreas essenciais do estado.
Os mandados
A ação mobilizou cerca de 200 policiais federais, que cumprem 51 mandados de busca e apreensão e medidas cautelares nos estados do Tocantins, Distrito Federal, Paraíba e Maranhão. Em Palmas, a operação se concentrou em órgãos estratégicos do governo estadual e na residência oficial do governador.
A defesa do governador ainda não se manifestou.
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