
Quanto mais aumentam as chances de Amélio Cayres ser o candidato do Palácio Governador José Wilson Siqueira Campos nas próximas eleições, mais se vê a mídia palmense entrar em desespero. Os elitistas da capital não suportam a ideia de que um biquense, região que eles tratam com desdém, chefie o executivo estadual, que, na cabeça deles, só pode ser ocupado por seus iguais — palmenses. São os saudosistas do elitismo goiano, que, por séculos, relegou ao esquecimento a região que hoje é o estado do Tocantins. Os elitistas palmenses agem da mesma forma quando tratam a região do Bico do Papagaio com um desprezo ímpar.
Quem acompanha a política estadual pôde perceber, nos últimos meses, um movimento de jornalistas e políticos da capital contra o governador Wanderlei Barbosa. O interessante dessa movimentação contrária ao governador é que ela surgiu quando houve a possibilidade de Amélio Cayres ser o substituto de Wandelei e se intensificou enquanto essa possibilidade vai se tornando realidade. Isso está fugindo da normalidade do debate político e desnudando a face preconceituosa de alguns da capital com o Bico do Papagaio.
Eles vêm apresentando números sobre desenvolvimento humano da região do Bico, com foco em Esperantina, cidade na qual Amélio foi prefeito. Bem conveniente, não? E colocam os números em uma bolha de ranço e espalham Tocantins afora. A estes, digo: nunca cansarei de defender essa região próspera, bonita e de gente hospitaleira que está incomodando os elitistas da capital. Se for da vontade dos companheiros do governador que Amélio seja candidato, nós, da região do Bico do Papagaio, estaremos unidos nessa caminhada. E viva o Bico.
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