
A ASMETO — Associação dos Magistrados do Estado do Tocantins — emitiu nota de defesa ao juiz da comarca de Augustinópolis, Alan Ide Ribeiro, que nos últimos dias vem sofrendo ataques de um grupo de advogados, que, segundo esses advogados, o magistrado teria, em tese, desrespeitado as prerrogativas da advocacia. A associação, através da nota, manifesta apoio ao magistrado e defende as prerrogativas da magistratura e lembra das competências constitucionais do presidente do tribunal. A entidade também apresentou as recentes alterações no CPC — Código de Processo Civil — em relação às oitivas de mulheres vítimas de violência.
No texto, a ASMETO menciona a lei Mariana Ferrer, que protege mulheres vítimas de violência contra tentativas de culpabilização da vítima. Outro ponto abordado na nota é a tentativa de deslegitimação da autoridade judicial. Ao ter perguntas indeferidas, a advogada Cássia Cayres ignorou por completo a autoridade judicial, insistindo nas perguntas já indeferidas.
Na peça de defesa, a advogada colocou termos que remetem a essa tentativa de culpar a vítima, causando-lhe constrangimento.
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