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Um herdeiro para o legado político de Antônio do Bar

Para herdar um espolio político dessa grandeza deve-se analisar a confiança que líder tem em seu liderado.

27/04/2025 às 18h34
Por: Keops Mota
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Um herdeiro para o legado político de Antônio do Bar

As conversas giram em torno das eleições estaduais que acontecerão em 2026, mas não podemos ignorar umas movimentações que visam 2028. Claro, ainda está extremamente cedo para pensarmos daqui a quatro anos, mas quem vive a política e acompanha de perto não pode deixar passar despercebido. A idade e os muitos anos de vida pública indiciam que Antônio do Bar pode mesmo se aposentar ao fim deste mandato e muito se especula quem será seu sucessor, quem o maior líder do Bico do Papagaio estaria preparando para sucedê-lo, pois, esse é o momento, um vasto legado como de Antônio do Bar tem que continuar em outra pessoa. Fala-se no atual vice-prefeito Roni Teodoro, um empreendedor de sucesso em Augustinópolis, que, naturalmente seria seu sucessor, no entanto, pesa contra Roni a falta do tato político, o que não impede de no futuro ser político tão promissor quanto o empresário que é. Mas o olhar volta-se para outro personagem.

O secretário da Fazenda de Augustinópolis é figurinha bem presente nas viagens de Antônio do Bar em Palmas e Brasília. Em cada clique em Antônio do Bar está lá Laercio Lima. É conhecido de todos que Laercio há muitos anos é homem de confiança de Antônio do Bar e, para herdar um espolio político dessa grandeza deve-se analisar a confiança que líder tem em seu liderado. Certo que nunca se ouviu de Laercio nada que possa entender que queira ser o sucessor, mas sua insistente exposição nos faz pensar que ele será o escolhido. Laercio, ao longo desses anos com Antônio do Bar adquiriu uma característica típica do gestor augustinopolino: honrar sua palavra. É que dizem pessoas mais próximas ao secretário. 

Não podemos cravar nada, tudo ainda está no campo da especulação e é necessário chegar o período das eleições municipais para concluirmos se nossa visão a respeito do assunto tem procedência ou não.  Tudo caminha para o que se vê atualmente, mas, como disse Leonel Brizola: “A política é como nuvem, uma hora está de um jeito, outra hora doutro”.

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