
A investigação da Polícia Federal contra o presidente da Fabic e pré-candidato a vereador por Augustinópolis, Nilton Sousa, por ocultação de patrimônio e outros ilícitos penais, descarrega sobre o eleitor o peso de uma escolha sábia e que venha de encontro com o bem comum. Claro que não há nenhum julgamento contra o referido pré-candidato, mas, como diziam os antigos, gato escaldado tem medo de água, ou, ao menos, deveria. Onde há fumaça há fogo? Talvez sim.
Os processos são de origem trabalhista e correm sob os cuidados do Juiz do Trabalho do Foro Trabalhista de Porto Alegre. Agora imaginem, meus caros leitores, se uma pessoa nega o pão de cada dia àquele que presta seus serviços — isso conforme as investigações da Polícia Federal — o que ele não poderá fazer se, por acaso, derem poder a ele? Para o eleitor sensato, essas acusações já são o suficiente para não depositar um voto de confiança.
Segundo as investigações, Nilton Souza também teria se utilizado de uma rede de “laranjas” e múltiplos CNPJs para ocultar bens e fraudar execuções judiciais. Veja o nível do pré-candidato. É de assustar, não é mesmo? Mas continua. Essas pessoas usadas por Nilton Sousa serviram para evitar o pagamento de dívidas trabalhistas, previdenciárias e tributos à Receita Federal. Pasmem.
Além da ocultação de patrimônio, Nilton Elias Souza é suspeito de cometer outros crimes graves, incluindo fraude à execução, sonegação fiscal, apropriação indébita previdenciária e falsidade ideológica. É um currículo que a cidade de Augustinópolis tem por obrigação moral jogar no limbo.
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